
O audiovisual brasileiro entre o estado indutor e o governo produtor
A história das políticas públicas para o audiovisual brasileiro é marcada por um ciclo vicioso de projetos que nascem com grandes ambições e morrem na transição entre mandatos
A ABC Curso de Cinema, agora em seu quinto ano de existência, atingiu dois de seus principais objetivos:
Primeiro, formar e capacitar mais de 1.500 estudantes, com cursos de alta qualidade, em uma enorme oferta de matérias pertinentes ao audiovisual brasileiro e ministrados por instrutores com renomada experiência profissional.
Segundo seguir nossas diretrizes em Ação e Inclusão Social, oferecendo até 2023, 672 bolsas integrais no valor de R$ 1.272.740,00 – (32% do total de nossos estudantes), também com a consciência de descentralização geográfica, atingindo a maioria dos estados brasileiros.
As inciativas anteriores, não vem de uma simples visão altruística, mas sim da comprovada demanda as produtoras do audiovisual brasileiro, que necessitam urgentemente de mão de obra qualificada.
Agora, estamos desenvolvendo nosso terceiro objetivo, que é sincronizar esses indivíduos capacitados profissionalmente, tanto nas àreas criativas e gerenciais (above the line) tanto quanto nas àreas técnicas (below the line), com as diversas produtoras.
Para tal criamos o BANCO DE NOVOS TALENTOS, uma plataforma online, onde iniciantes profissionais registram suas identidades, curriculum e rolos de demonstração de seus trabalhos e onde as produtoras de todo Brasil podem encontrar quadros que necessitam, tanto como estagiários, tanto como profissionais mais qualificados.

A história das políticas públicas para o audiovisual brasileiro é marcada por um ciclo vicioso de projetos que nascem com grandes ambições e morrem na transição entre mandatos

O lançamento da plataforma de streaming governamental Tela Brasil, em pleno primeiro trimestre de 2026, traz à tona um debate

O evento “Dia da Matemática Aplicada” reuniu visitantes, entre jovens, famílias, graduandos e pós-graduandos, nesta terça-feira (27) na sede do IMPA, no Jardim Botânico.

A presença de pessoas dissidentes no audiovisual brasileiro, pessoas trans, não binárias,
negras, indígenas, pessoas com deficiência, periféricas e de classe baixa, ainda é marcada por
um duplo movimento: a inclusão simbólica e a exclusão estrutural